Muitos de vocês podem não saber, mas rolou nesta última semana (20/11 - 24/11) a Brasil Eco Fashion Week, a primeira semana de moda sustentável do Brasil. O evento aconteceu aqui na cidade de São Paulo, no espaço Unibes Cultural, do lado da estação Sumaré do metrô, e é claro que eu não poderia deixar de conferir esse marco tão importante para a moda brasileira.
Eu fiquei sabendo deste evento já no dia 20, através da Marieli Mallmann, que compartilhou sobre em seu Instagram. Acontece que infelizmente eu só pude comparecer ao evento no dia 21/11 de manhã, que foi o dia em que a BEFW oficialmente começou. Porém, apesar de não ter visto e participado de todas as atividades que iriam ocorrer durante a semana, eu decidi fazer este post para compartilhar com vocês como foi para mim vivenciar pela primeira vez um evento de moda, e ainda por cima com o qual eu me identificasse.
Confesso que assim que eu fiquei sabendo do evento eu fui correndo no site ver como tudo iria funcionar, e tamanho foi o meu alívio quando eu percebi que a partir do dia 21/11 a BEFW estaria aberta para todo o público, algo que até me surpreendeu um pouco, pois eu achava que seria naquele estilo SPFW, onde só entra quem realmente é convidado.
Não passei muito tempo no evento, mas conferi tudo o que pude no período em que estive lá. Inicialmente participei de uma palestra sobre o movimento Fashion Revolution aqui no Brasil, e foi a partir daí que passei a conhecer mais sobre o mesmo, que já vem há alguns anos demonstrando sua preocupação com o consumo de moda atual e fazendo o que pode para conscientizar as pessoas, seja com palestras, oficinas, debates, ou até mesmo através das redes sociais com o uso de hashtags como #quemfazminhasroupas.
Além da palestra eu consegui também ver o espaço onde estavam as marcas, todas com conceitos e produtos sustentáveis. Entre elas eu consegui conhecer muita coisa bacana, como maquiagem, sapatos, peças jeans, peças com tingimento orgânico, desodorantes, peças para a galera fitness... enfim, tinha de tudo, então a partir de hoje não aceitarei mais a desculpa de que não existem marcas que produzam X peça de forma sustentável. Existe sim! É verdade que o valor é bem mais salgado do que o que pagaríamos por peças semelhantes em lojas de departamento? Sim. Mas é questão de ser uma peça que vale realmente o preço pelo qual é vendido, sem falar que é muito mais do que vestir uma roupa, é vestir uma causa.
Quanto ao que eu achei de vivenciar tudo isso, eu só posso dizer uma coisa: em poucos momentos da minha vida eu me senti tão bem e tão pertencente à algo quanto me senti naquele pouco tempo em que estive no Brasil Eco Fashion Week. É como se eu finalmente tivesse encontrado algo do qual eu quero participar, seja diretamente na produção dessas peças incríveis ou na divulgação para que esta causa chegue cada vez mais longe. Foi incrível poder ver tanta gente em total sinergia, todo mundo defendendo a mesma coisa: o nosso planeta. Espero ter a oportunidade de participar de um evento como este futuramente, e assim fazer o que estiver ao meu alcance para conscientizar aqueles que me cercam.
Eu fiquei sabendo deste evento já no dia 20, através da Marieli Mallmann, que compartilhou sobre em seu Instagram. Acontece que infelizmente eu só pude comparecer ao evento no dia 21/11 de manhã, que foi o dia em que a BEFW oficialmente começou. Porém, apesar de não ter visto e participado de todas as atividades que iriam ocorrer durante a semana, eu decidi fazer este post para compartilhar com vocês como foi para mim vivenciar pela primeira vez um evento de moda, e ainda por cima com o qual eu me identificasse.
Confesso que assim que eu fiquei sabendo do evento eu fui correndo no site ver como tudo iria funcionar, e tamanho foi o meu alívio quando eu percebi que a partir do dia 21/11 a BEFW estaria aberta para todo o público, algo que até me surpreendeu um pouco, pois eu achava que seria naquele estilo SPFW, onde só entra quem realmente é convidado.
Não passei muito tempo no evento, mas conferi tudo o que pude no período em que estive lá. Inicialmente participei de uma palestra sobre o movimento Fashion Revolution aqui no Brasil, e foi a partir daí que passei a conhecer mais sobre o mesmo, que já vem há alguns anos demonstrando sua preocupação com o consumo de moda atual e fazendo o que pode para conscientizar as pessoas, seja com palestras, oficinas, debates, ou até mesmo através das redes sociais com o uso de hashtags como #quemfazminhasroupas.
Além da palestra eu consegui também ver o espaço onde estavam as marcas, todas com conceitos e produtos sustentáveis. Entre elas eu consegui conhecer muita coisa bacana, como maquiagem, sapatos, peças jeans, peças com tingimento orgânico, desodorantes, peças para a galera fitness... enfim, tinha de tudo, então a partir de hoje não aceitarei mais a desculpa de que não existem marcas que produzam X peça de forma sustentável. Existe sim! É verdade que o valor é bem mais salgado do que o que pagaríamos por peças semelhantes em lojas de departamento? Sim. Mas é questão de ser uma peça que vale realmente o preço pelo qual é vendido, sem falar que é muito mais do que vestir uma roupa, é vestir uma causa.
Quanto ao que eu achei de vivenciar tudo isso, eu só posso dizer uma coisa: em poucos momentos da minha vida eu me senti tão bem e tão pertencente à algo quanto me senti naquele pouco tempo em que estive no Brasil Eco Fashion Week. É como se eu finalmente tivesse encontrado algo do qual eu quero participar, seja diretamente na produção dessas peças incríveis ou na divulgação para que esta causa chegue cada vez mais longe. Foi incrível poder ver tanta gente em total sinergia, todo mundo defendendo a mesma coisa: o nosso planeta. Espero ter a oportunidade de participar de um evento como este futuramente, e assim fazer o que estiver ao meu alcance para conscientizar aqueles que me cercam.
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